Após as dúvidas levantadas sobre a atuação das empresas no país, que são alvo de investigação de vários estados e pelo Ministério da Justiça, os promotores decidiram fazer a investigação para evitar perdas aos potiguares. "O objetivo de instaurar o inquérito é proteger a sociedade contra futuros golpes", disse o promotor de Defesa do Consumidor, Alexandre Cunha Lima.
Caso seja comprovado a pirâmide financeira, os responsáveis pelas empresas podem ser indiciados por crimes contra a economia popular, estelionato e formação de quadrilha, podendo se estender até a sonegação fiscal, caso não tenham ocorrido os repasses legais previstos em lei.
O Ministério Público terá o prazo de 90 dias para finalizar as investigações junto às empresas, que serão notificadas sobre o início do procedimento de investigação nos próximos dias.






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